Ficou mesmo fora do Congresso em Washington o luso-americano David Valadão. O republicano perdeu as eleições intercalares de terça-feira nos EUA para o rival democrata na Califórnia. Ficam assim dois eleitos de origem portuguesa na Câmara dos Representantes Federal. Depois a nível estadual e local há muitos mais eleitos.
Com a jornalista Linda Luz ficamos a conhecer alguns exemplos de eleitos em vários estados onde vivem mais portugueses mas, neste caso, falamos de eleitos com origens açorianas.
•
Plataforma digital quer aproximar a comunicação social dos Açores e da diáspora. A Azores Digital Media Alliance foi apresentada esta semana pelo Secretário Regional das Comunidades. Paulo Estevão afirma que a ideia é criar uma rede de colaboração entre jornalistas e órgãos de comunicação social. O objectivo é promover a partilha de conteúdos e o desenvolvimento de trabalhos conjuntos. Radicado nos Estados Unidos, Diniz Borges, professor universitário e colaborador de jornais e órgãos de comunicação social portugueses na Califórnia, é o coordenador desta plataforma que quer aproximar a comunicação social dos Açores e da diáspora.
É natural da Madeira o dono da loja de produtos portugueses em San Marcos, na região de San Diego, no sul da Califórnia. João da Silva Nunes ambiciona expandir-se a partir do próximo ano e criar uma rede de pequenas lojas, a começar por Los Angeles. O maior sucesso da loja é o pastel de nata, mas à venda também há azeite, bacalhau, conservas, bifanas, pregos e muitos outros produtos que ajudam a matar saudades.
•
Estão previstos 109 milhões de euros para o Instituto Camões, na proposta do governo para o Orçamento de Estado do próximo ano. A discussão das contas do Ministério dos Negócios Estrangeiros, continua no parlamento, na especialidade. Na apresentação da proposta há uma semana, o Ministro dos Negócios Estrangeiro voltou a anunciar a reestruturação do Instituto Camões.
As mudanças nas regras do Ensino de Português no Estrangeiro, acordadas recentemente com os sindicatos dos professores, entram em vigor a 1 de Janeiro do próximo ano que vem. É também em Janeiro que começa o novo ano letivo na África do Sul. Neste ano lectivo que está quase a terminar ficaram por preencher meia dúzia de horários, porque faltaram professores, um problema que se repete na África do Sul. O conselheiro das comunidades portuguesas em Joanesburgo, Vasco Pinto de Abreu, tem uma sugestão para ajudar a combater a falta de candidatos.