Os mais velhos, os portugueses radicados há mais tempo nos Estados Unidos, não estão muito interessados nas eleições intercalares e em quem está no poder. É pelo menos esse o entendimento em Chino, no sul da Califórnia. O preço dos combustíveis e o aumento do custo de vida são as grandes preocupações da comunidade luso-americana, com origem acima de tudo nos Açores, como Marco da Rocha. Conta que os mais velhos têm a vida estabilizada, por isso não se interessam muito pela política.
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As eleições intercalares desta terça-feira vão decidir quem vai controlar as duas câmaras do Congresso Norte Americano. Em jogo estão os 435 lugares da Câmara dos Representantes, e 35 assentos no Senado. Além disso, há eleições para governador em 36 estados, mais eleições para conselhos escolares polícias e cargos judiciais. A jornalista Cândida Pinto, correspondente da rádio e televisão de Portugal nos Estados Unidos, ouviu um português, professor de Direito na Universidade George Mason, na Virginia, projectar o que pode vir a acontecer no pós-eleições.
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Voltando a Chino, no Sul da Califórnia, os portugueses já foram mais, actualmente serão à volta de 600. Juntam-se no clube português desta cidade a 60 quilómetros de Los Angeles. Agora é preciso que os mais novos queiram manter as tradições. Fundado em 1959, o Chino Valley Divino Espírito Santo Club tem um grande salão que pode ser arrendado para eventos e tem a agenda preenchida para o resto deste ano e o próximo. O Carnaval, a banda filarmónica, o futebol e algumas festas religiosas são os principais eventos no clube português de Chino.
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Em Caracas, na Venezuela, realizou-se hoje o Fórum Empresarial Portugal-Venezuela, organizado pela AICEP. A Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal deverá reabrir uma delegação na capital venezuelana. Neste momento há uma missão empresarial de Portugal no país, com o ministro da Economia que já mostrou interesse no reforço das ligações aéreas entre os dois países.
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Em Madrid, foi hoje inaugurada a exposição dedicada aos 500 anos de Camões. Vai ficar patente na Biblioteca Nacional de Espanha até 14 de fevereiro do próximo ano. “Camões. Vida, obra e permanência na cultura hispânica”é o titulo da exposição
Apresenta e coleções presentes na Biblioteca, mas também provenientes de espaços como o Museu de Lisboa ou o Museu Militar. Entre os destaques da exposição que foi hoje inaugurada pelos chefes de Estado dos dois países, algumas das primeiras edições e as primeiras traduções para castelhano de “Os Lusíadas”.