No centro de Alvarães ergue-se o Monumento ao Emigrante.
Uma homenagem da Junta de Freguesia a todos os alvaranenses que emigraram nas últimas décadas em busca de melhores condições de vida.
A obra representa uma porta, símbolo da partida, aberta ao mundo e a quem regressa.
Ao Jornal das Comunidades, Eugénio Barreto, Presidente da Junta de Freguesia de Alvarães, descreve o monumento inaugurado do início de Agosto
A vila de Alvarães, a cerca de 10 quilómetros de Viana do Castelo, assiste agora ao regresso de filhos da terra, depois de terem passado uma vida a trabalhar no estrangeiro, onde muitos deixaram filhos e netos.
Alvarães foi, ao longo da sua história, uma terra marcada pela emigração, com especial incidência nas décadas de 60 e 70 do século passado. Foram centenas as famílias que partiram rumo a diferentes destinos, sobretudo para países europeus como França e Alemanha, mas também para o outro lado do Atlântico, nomeadamente para o Brasil e a Argentina, levando consigo a esperança de construir um futuro mais próspero para si e para os seus familiares.
Com emigrantes por todo o mundo, a diáspora de Alvarães centra-se sobretudo na Europa: em França, na Alemanha e Suíça.
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Os advogados de Macau e Hong Kong incluindo os portugueses, podem, desde ontem, exercer advocacia em nove cidades do sul da China.
Um dos requisitos para exercer na província vizinha, os advogados de Macau terão de primeiro passar num exame jurídico organizado pelo departamento de administração judicial do Conselho de Estado (o Executivo chinês) que irá definir também os requisitos de inscrição para o exame, os procedimentos de candidatura para o exercício da advocacia e o âmbito da prática permitida.
As mudanças abrem as portas da região da Grande Baía a advogados das duas regiões semiautónomas de Macau e Hong Kong, que passam a poder prestar serviços jurídicos específicos nas áreas cível e comercial.
A Grande Baía é um projeto de Pequim para criar uma metrópole mundial que integra Hong Kong, Macau e nove cidades da província de Guangdong, com cerca de 86 milhões de habitantes e com uma economia superior a mil milhões de euros.
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Encontro de jovens portugueses e lusófonos, no Outono, em Paris. As inscrição fecham na próxima sexta-feira, dia 4.
Promovido pela CAP Magellan, Associação de Jovens Lusodescendentes, o encontro Geração Europa quer reforçar laços e promover a cultura portuguesa. Desta vez o tema do encontro vão ser os 40 anos da adesão de Portugal à União Europeia
A iniciativa destina-se a jovens interessados nas questões europeias e envolvidos em associações lusas ou lusófonas, explica Lurdes Abreu, presidente da CAP Magellan.
O Encontro Geração Europa vai decorrer no fim-de-semana de 10 e 11 de outubro. Um fim-de-semana com agenda cheia para a CAP Magellan.
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“Bengala e o Reino do Dragão” o livro de Joaquim Magalhães de Castro, investigador da historia da expansão portuguesa foi hoje, ao inicio da tarde, apresentado na Feira do Livro do Porto.
A obra é o resultado da ultima viagem do autor ao Butão, em 2016, com o objetivo de realizar mais um documentário sobre a história dos jesuítas portugueses na abertura de rotas para o Tibete.
400 anos depois do caminho percorrido pelos padres Estevão Cacela e João Cabral, o escritor Joaquim Magalhães de Castro relata-nos a odisseia terrestre dos dois jesuítas que portugueses começou em terras indianas. Ao longo da viagem foram registando as diferentes realidades e é graças a estes escritos , sublinha Joaquim Magalhães de Castro, que se conhece o aspecto físico do fundador do Butão.
Joaquim Magalhães de Castro, investigador da história da expansão portuguesa , escritor, sobre o seu mais recnete livro “Bengala e o Reino do Dragão. hoje apresentada no Porto.
O livro, com mais de 200 paginas pode ser adquirido online ou contactando o autor, Joaquim Magalhães de Castro, através da pagina no Facebook.