Philippe Machado Domingues estreia documentário sobre emigrantes

Philippe Machado Domingues estreia documentário sobre emigrantes

Realizador luso-francês apresenta "Nunca Haverá Imagens Suficientes" em Monção.

Philippe Machado Domingues estreia documentário sobre emigrantes

Philippe Machado Domingues estreia documentário sobre emigrantes

Realizador luso-francês apresenta "Nunca Haverá Imagens Suficientes" em Monção.

Há dois portugueses entre os feridos de um incêndio na última madrugada na Suíça.

É para já esta a única informação adiantada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros português sobre o envolvimento de cidadãos nacionais neste fogo que consumiu um edifício na localidade de Thaussis.

A nota divulgada esta tarde pelo ministério liderado por Paulo Rangel refere que “um cidadão português ficou gravemente ferido neste acidente… o outro é um ferido ligeiro… acrescentando que está ainda em curso a identificação das vítimas.

As autoridades suíças abriram uma investigação para determinar a causa do incêndio.

Na Venezuela continuam no terreno os apoios à população.

O Programa Mundial Alimentar das Nações Unidas indica, em comunicado, ter prestado assistência alimentar a 286 mil pessoas e pretende apoiar até 500 mil pessoas durante os primeiros três meses da resposta.

Segundo o documento, os dois fortes sismos abalaram sete regiões da Venezuela a 24 de junho de 2026 – com La Guaira e Caracas as mais afetadas – cerca de 6 mil e 500 pessoas perderam a vida, destruíram habitações, infraestruturas e meios de subsistência, deixando milhares de pessoas em abrigos temporários.

A resposta humanitária centra-se em ajudar as famílias a satisfazer as suas necessidades alimentares imediatas e a começar a reconstruir as suas vidas neste sentido o Programa Alimentar Mundial está a apelar urgentemente a um montante de 80 milhões de dólares…cerca de 68,4 milhões e meio de euros) para prestar esta ajuda alimentar que salva vidas”.

O último balanço, divulgado pelas autoridades venezuelanas, morreram 6438 pessoas e mais 86300 foram assistidas nos hospitais depois dos sismos.

Entre os mortos, há pelo menos 138 portugueses e lusodescendentes.

O Banco Mundial estima em quase 17 mil milhões de euros a destruição material casada pelos terramotos.

Em Monção ontem foi dia de antestreia do mais recente documentário do luso-francês Phlippe Machado Domingues.

Nunca Haverá Imagens Suficientes é o titulo do documentário, que durante 45 minutos, mergulha os espectadores numa viagem intimista do realizador que passou para o ecrã as viagens dos emigrantes, casamentos, lutos e emoções que viveu e ainda hoje vive Philippe Machado Domingues.

Na sala cheia do Cine-Teatro João Verde, em Monção, estavam dois espectadores muito especiais… os pais do realizador, que nasceu à 30 anos em Drancy.

Ao “Jornal das Comunidades”, Philippe Machado Domingues fala-nos de alma cheia da noite de ontem: a estreia do documentário “Nunca Haverá Imagens Suficientes”, rodeado por quem o conhece desde bébé.

O documentário já tem apresentações marcadas para Setembro em Drancy e Philippe Machado Domingues espera que também em Portugal.

Philippe Machado Domingues, o realizador nasceu em França, filho de pais de Cambeses, Monção.

O trabalho de realizador luso-francês centra-se na vivência da comunidade portuguesa, através do cinema Philippe Machado Domingues explora a identidade, a memória e a dor do regresso.

“Nunca Haverá Imagens Suficientes” é o seu mais recente documentário. A antestreia foi ontem em Monção.

Confraria Grão Vasco assina protocolo de cooperação com associação de viseenses de Londres.

Objectivo: partilhar experiências, promover iniciativas com vista à criação da Confraria Grão Vasco de Londres.

Tudo começou em Viseu, no inicio deste mês, durante o encontro da Federação das Associações da Diáspora, explica José Ernesto, almoxarife da Confraria Grão Vasco.

José Ernesto destaca ainda o papel das confrarias na divulgação de Portugal no mundo.

Nos Estados Unidos, a cidade de San José é amanhã, a partir do meio dia, palco da segunda edição da Batalha das Bifanas.

O festival vai decorrer no recinto da Irmandade do Espírito Santo e para além das bifanas e celebra a cultura da comunidade luso-americana com várias atrações ao longo do dia.

Taylor Amarante apresenta-nos o programa das festas.

A batalha das bifanas, que dá nome à iniciativa, é um dos pontos altos. Os participantes chegam logo pela manhã, para preparar o petisco, que irá estar em competição.

No ano passado a vencedora foi Mariana Flores, a primeira campeã das bifanas da Califórnia. Uma bifana de fazer crescer água na boca, com um molho especial, ovo e batata frita palha.

Taylor Amarante da organização a Batalhas das Bifanas. A festa, com sabor e música em português, começa ao meio dia na Irmandade do Espírito Santo na cidade de São José, na Califórnia.