Vai tomar posse na próxima terça-feira, dia 1 de abril, uma portuguesa nos Países Baixos, reeleita para o município de Velsen.
Teresa da Silva Marcos vive nos Países Baixos há 27 anos, é natural de Abrantes, mas cresceu em Lisboa.
Foi eleita pelo partido D66, o mesmo do actual primeiro-ministro, é um partido do centro, centro-esquerda. Teresa da Silva Marcos despertou para a política, ainda criança em Portugal.
Teresa decidiu que queria fazer política em Portugal, mas foi nos Países Baixos que acabou por se filar no partido D66, em 2013. Foi candidata autárquica no ano seguinte e foi eleita por 4 anos. Manteve-se sempre na política activa. Em 2022 voltou a ser eleita, agora reeleita.
No município de Velsen, Teresa da Silva Marcos quer fazer trabalho na área social, lutar pela integração de pessoas com necessidades especiais, mas mantem-se ligada às artes e cultura.
Batalhas que Teresa da Silva Marcos quer travar no municipio neerlandês de Velsen, onde foi reeleita, nas eleições de há pouco mais de uma semana.
Outra das bandeiras, revelou na RTP Mundo Teresa da Silva Marcos, é a abertura de casas de banho em espaços públicos
Teresa da Silva Marcos, nos Países Baixos há 27 anos, autarca em Velsen. É designer de formação, dá aulas de português a adultos e está muito envolvida em causa cívicas. Faz por exemplo parte de uma organização que dá formação sobre política local nacional e europeia.
Autarca luso-francês vê pena reduzida
Em França, um alívio, uma vitória parcial para Hermano Sanches Ruivo, ex-autarca em Paris. Foi esta a reacção da defesa. O luso-francês tinha sido condenado por abuso de confiança e conflito de interesses.
Avaliado o recurso, ontem foi parcialmente ilibado de quatro acusações e a pena foi reduzida, limita-se ao pagamento de uma multa de 5 mil euros.
O português tinha sido inicialmente condenado a seis meses de prisão, com pena suspensa e a proibição de exercer cargos públicos durante três anos.
O caso foi tornado público há 5 anos. Hermano Sanches Ruivo foi acusado de participar em decisões na câmara, que atribuíram apoios a uma associação, com a qual colaborava e de que tinha sido fundador e dirigente, a CAP Magellan. associação de jovens lusodescendentes em França.
Livro “Portugueses no Luxemburgo: 60 anos, 30 histórias”
É o trabalho mais recente de São Gonçalves. Uma obra que reúne testemunhos de várias gerações de portugueses no Grão Ducado
A autora São Gonçalves considera que todos os testemunhos são importantes. Entre a segunda geração de portugueses no Luxemburgo, São Gonçalves registou acima de tudo orgulho nos pais que emigraram de Portugal. 60 anos de portugueses no Luxemburgo agora em livro.
A autora São Gonçalves diz que não se trata de uma pesquisa histórica, apesar de contar a história da primeira festa do dia de Portugal no Luxemburgo, em 1965.
“Portugueses no Luxemburgo: 60 anos, 30 histórias”, um livro coordenado por Sao Gonçalves. É um projecto do jornal Bom Dia com o apoio da Direção-Geral dos Assuntos Consulares. Editado pela Oxalá Editora, a obra foi apresentada no passado fim de semana, durante o Festival das Migrações.
Natural de Albergaria-a-Velha, São Gonçalves emigrou para o Luxemburgo há mais de 30anos.
A feira e festa organizada pela Associação Recreativa e Cultural dos Originários de Portugal
Em França, está quase a abrir em Nanterre a grande feira e festa organizada pela ARCOP, Associação Recreativa e Cultural dos Originários de Portugal. Já vai para 21 edições
Logo à noite há fados, entre muito artesanato, gastronomia e produtos do território nacional português. Estão representados 19 municípios portugueses, de Arcos de Valdevez, a Seia e Pombal.
Três dias de festa, com folclore rusgas e grupos de música na Feira e Romaria de Produtos Portugueses na cidade francesa de Nanterre, que habitualmente atrai muitos milhares de visitantes.