Economia e falta de segurança, são as duas questões que mais preocupam um empresário português com negócios no Brasil. Alentejano, Luis Prates emigrou há quase 40 anos, actualmente vive em Portugal mas continua a viajar muito para São Paulo. A poucos dias da segunda voltas das renhidas presidenciais brasileiras, ouvimos a opinião deste empresário com um pé no Brasil, outro em Portugal.
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Estudos do Observatório da Emigração: os emigrantes que regressam dos Estados Unidos para os Açores normalmente voltam em definitivo, talvez pela distância ou pelas políticas norte-americanas de deportação. Por outro lado, os que retornam da Suíça mantém uma dinâmica de ir e voltar, antes de ficarem definitivamente em Portugal. Mais uma vez, a distância provavelmente ajuda. Esta é uma das conclusões do livro “Estado da Emigração”, segundo volume, apresentado ontem ao final do dia pelo Observatório de Emigração. Reúne os resultados de várias teses de doutoramento, feitas entre 2018 e 2023.
Em duas das teses comparam-se experiências de emigração e é analisado o regresso a Portugal de emigrantes com mais de 50 anos.
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Para levar um bocadinho de Portugal a Vancouver, no oeste do Canadá, dois irmãos luso-canadianos abriram recentemente um restaurante português. O nome, Maria Celeste, presta homenagem à mãe deste dois irmãos e a todas Marias, dizem. O restaurante aposta na cozinha tradicional portuguesa, mas com uma interpretação contemporânea. Justin Isidro revela que no restaurante serão usados ingredientes locais e portugueses. Acha que nas últimas décadas a cultura portuguesa foi-se perdendo nesta cidade no oeste do Canadá. Ele e o irmão viveram durante cinco anos em Portugal. Passaram também por vários restaurantes em Vancouver. São filhos de emigrantes das Caldas da Rainha e de Aljustrel.
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A falta de dinamismo económico e a insegurança são as grandes preocupações de um empresário português que emigrou para o Brasil há quase 40 anos. Hoje vive entre Portugal e o outro lado do atlântico. Luís Prates diz que quem ganhar no próximo domingo, dia 25, deveria empenhar-se no combate à insegurança sentida nos maiores centros urbanos, para além do desenvolvimento económico. O empresário confessa-se apaixonado por São Paulo.
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Brasil a oriente: a cantora Fafá de Belém é cabeça de cartaz do Festival da Lusofonia em Macau, começa amanhã e vai até domingo, a duração foi reduzida a metade. A escolha de Fáfá de Belém deve-se à celebração do Ano Cultural China-Brasil. Além da música, o festival vai contar também também com arte urbana brasileira. Ainda dança da Guiné Equatorial e de Timor Leste, que se juntam a mais de 40 grupos artísticos lusófonos locais. O programa inclui espetáculos de música e dança tradicional em vários bairros da cidade de Macau, uma exposição de livros ilustrados em chinês e português e sessões de promoção da leitura.