Ajudar luso-venezuelanos a vir para Portugal: proposta chumbada

Ajudar luso-venezuelanos a vir para Portugal: proposta chumbada

A proposta do Chega para ajudar luso-venezuelanos a virem para Portugal foi chumbada pelo parlamento em Lisboa, na sexta-feira passada.

Ajudar luso-venezuelanos a vir para Portugal: proposta chumbada

Ajudar luso-venezuelanos a vir para Portugal: proposta chumbada

A proposta do Chega para ajudar luso-venezuelanos a virem para Portugal foi chumbada pelo parlamento em Lisboa, na sexta-feira passada.

Foi com surpresa e alguma indignação que portugueses e luso-venezuelanos souberam que o parlamento português chumbou uma proposta do Chega para a criação de um mecanismo de emergência para facilitar a vinda de luso-venezuelanos para Portugal. É o que relata ao Jornal das Comunidades Marcos Ramos Jardim, jornalista do Correio da Venezuela.
 Ao lado do Chega votaram apenas o PAN e o JPP, o PS absteve-se e os restantes partidos votaram contra. O projeto previa um ano de facilidades para luso-venezuelanos se instalarem em Portugal.

O Bispo do Funchal vai visitar a Venezuela no próximo mês. A 15 de agosto vai celebrar no Santuário de Nossa Sra de Fátima em Carrizal uma missa de homenagem às vítimas dos sismos de há um mês. É no dia da padroeira da Madeira e dos emigrantes, Dia da Nossa Sra do Monte.
Portugueses no Kuwait ofereceram duas obras ao Museu de Arte Moderna do emirado. Uma fotografia e uma escultura oferecidas por dois artistas portugueses, numa iniciativa conjunta com o Portuguese Business Council no Kuwait e uma galeria de arte local. A intenção é deixar um legado português no país, símbolo das boas relações entre as duas partes. Rui Marques é natural de Gondomar e está desde 2023 no Kuwait, onde trabalha numa empresa do sector da energia – é membro do Portuguese Business Council . Contou ao Jornal das Comunidades que são poucos os portugueses no país, serão 150 a 200. A ideia de deixar um legado português no Kuwait, duas obras de arte, surgiu há dois anos e concretizou-se este mês como símbolo da amizade, diálogo e respeito mútuo entre portugueses e kuwaitianos. Em causa uma escultura de Miguel Rodrigues e uma fotografia de Manuel Correia, que entretanto morreu.