Arte contemporânea de Portugal em Nova Iorque

Arte contemporânea de Portugal em Nova Iorque

Dias 2 e 3 de outubro, arte contemporânea portuguesa instala-se no Lincoln Center em Nova Iorque, EUA. Restaurante Vadio em Oslo, Noruega, aberto há quase um ano.

Arte contemporânea de Portugal em Nova Iorque

Arte contemporânea de Portugal em Nova Iorque

Dias 2 e 3 de outubro, arte contemporânea portuguesa instala-se no Lincoln Center em Nova Iorque, EUA. Restaurante Vadio em Oslo, Noruega, aberto há quase um ano.

Pela primeira vez, a arte portuguesa contemporânea chega ao Lincoln Center, um dos centros culturais mais importantes de Nova Iorque, nos EUA. Na próxima sexta-feira e sábado, dois dias de acesso livre para ver e ouvir o que se faz nas artes em Portugal. Um momento importante, considera a promotora Ana Ventura Miranda, directora do Art Institute em Nova Iorque. “Portugal Contemporâneo no Lincoln Center”: dois dias com várias formas de arte a passar por este centro cultural norte-americano: vai haver dança, música, cinema, literatura e artes plásticas. Há 15 anos que o Art Institute leva a cultura portuguesa aos Estados Unidos e ao mundo.

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De Pardilhó, no concelho de Estarreja, para Caracas na Venezuela, mais de dois mil e 500 euros foi o dinheiro arrecadado com o espectáculo Uma só Voz pela Venezuela, anteontem. A Junta de Freguesia contribuiu com 300 euros. Foi um espectáculo de variedades com artistas portugueses e luso-venezuelanos. Foi uma iniciativa de Milu de Almeida, antiga conselheira das comunidades em Caracas e do cantautor Carlos Canto, que viveu muito tempo na Venezuela.

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Tem menos de um ano, o restaurante Vadio, em Oslo, na Noruega. Foi fundado por três chefs portugueses que quiseram fugir ao conceito de alta cozinha. Apostaram na tradição, mas com alguma rebeldia.