Candidata do BE às presidenciais quer Estado mais ativo

Candidata do BE às presidenciais quer Estado mais ativo

A proximidade com as comunidades portuguesas é fundamental, na opinião de Catarina Martins

Candidata do BE às presidenciais quer Estado mais ativo

Candidata do BE às presidenciais quer Estado mais ativo

A proximidade com as comunidades portuguesas é fundamental, na opinião de Catarina Martins

A proximidade com as comunidades portuguesas é fundamental, na opinião de Catarina Martins, candidata do Bloco de Esquerda à Presidência da República.

A ex-líder do partido dá como exemplo a rede consular e o ensino de português, como fatores de proximidade entre o Estado Português e os residentes no estrangeiro.

Ao olhar para o que se passa no mundo, acha que existem novas preocupações com a proteção das comunidades portuguesas.

Defende um papel ativo a nível da diplomacia, por parte da Presidência da República.

Sem poder legislativo ou executivo, o PR, sublinha Catarina Martins, tem a missão de fazer tudo para que a Constituição seja cumprida.

Admite que é preciso repensar a forma de voto presencial nas eleições presidenciais, mas não adianta alternativas.

Se for eleita, promete criar um gabinete para acompanhar as comunidades.

A mesma promessa já foi feita pelo candidato Luís Marques Mendes, apoiado pelo PSD.