Os Conselheiros das Comunidades Portuguesas na Venezuela pedem melhores condições para os doentes de origem portuguesa no país. O pedido é feito ao governo de Lisboa. A rede médica de apoio aos portugueses na Venezuela funciona com apoios do Estado português e da Associação de Médicos de Origem Portuguesa. Mas, dizem os conselheiros, precisa de mais funcionalidades, para além das consultas médicas e do apoio no acesso a medicamentos. Fátima Pontes e outro conselheiro vão deitar mãos à obra e estudar possíveis melhorias na rede médica de apoio aos portugueses na Venezuela. Propostas para apresentar ao governo de Lisboa. Actualmente são à volta de 300 os profissionais luso-venezuelanos que prestam apoios aos doentes portugueses, através
da Associação de Médicos Luso-Venezuelanos. O apoio pode chegar a todo o país, mas está acima de tudo centrado sobretudo nos estados de Miranda e de Caracas. A rede médica foi criada em 2018, recorda Fatima Pontes, acrescentando que agora é preciso mais, uma maior ajuda. Para beneficiar deste apoio, da rede médica, os cidadãos portugueses na Venezuela devem contactar os serviços consulares.
Em junho, a população da Suíça vai ser chamada a votar uma proposta que pretende limitar a população do país a 10 milhões de pessoas, uma forma de impedir a entrada de mais estrangeiros quando o tecto máximo for atingido. A proposta tem sido notícia nos meios de comunicação social da Suíça, onde os referendos são habituais, Foi o que constatou o enviado especial da rádio pública a Lausanne, onde acompanha a Liga Juvenil de Futebol.
O presidente da República apela aos jovens portugueses emigrantes em Espanha que não desistam de Portugal. Defende que é preciso fazer algumas melhorias para que o país possa ter salários mais altos. António José Seguro escolheu Espanha para fazer a primeira visita do mandato ao estrangeiro. Ontem em Madrid teve um encontro com jovens portugueses que estudam ou trabalham na capital espanhola.