Os emigrantes têm direito de acesso ao SNS, Serviço Nacional de Saúde, quando estão em Portugal, sem pagarem nada. Não têm direito a médico de família, porque não são residentes em território nacional. Este é o esclarecimento da Administração Central do Sistema de Saúde sobre um despacho do governo. A ideia é clarificar algumas questões no acesso dos emigrantes ao SNS, Serviço Nacional de Saúde. Os cuidados de saúde em território nacional não são cobrados aos portugueses residentes no estrangeiro. Já o médico de família só é atribuído aos residentes em Portugal.
Recentemente o Partido Socialista dirigiu um pedido de esclarecimentos ao governo. O grupo parlamentar do PS questiona a ministra da Saúde sobre a razão de retirada dos emigrantes das listas de médico de família em Portugal. O responsável do partido para as questões das comunidades portuguesas, Paulo Pisco, deu voz nas redes sociais a várias questões enviadas ao governo. Questiona ainda o governo sobre a razão de não ter sido consultado o Conselho das Comunidades Portuguesas, conforme previsto a lei, neste caso sobre a clarificação feita recentemente na lei, sobre o acesso dos emigrantes ao Serviço Nacional de saúde e a médico de família.
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Algumas tradições de lusodescendentes em Macau foram inscritas no inventário do património cultural intangível. As Canções Macaenses, o Chá Gordo e o Batê-Saia foram reconhecidas como património pelo Instituto Cultural. O presidente da Associação dos Macaenses , que são maioritariamente descendentes de portugueses, diz que este reconhecimento é um incentivo para a continuação destas manifestações culturais. O Chá Gordo é apresentado como a refeição mais requintada da comunidade, organizado por ex em casamentos. O Batê Saia é uma forma de artesanato com papel decorativo. Na Lista do Património Cultural Intangível de Macau estão também as danças folclóricas portuguesas, os pasteis de nata, a bifana de Macau, algumas procissões como a de Nossa Senhora de Fátima, e o teatro em patuá, o crioulo de Macau.
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Começa esta quarta-feira na Suíça o Festival Internacional de Cinema de Locarno. Há dois filmes portugueses em destaque: “Guerrilha no Asfalto” de Edgar Pêra. Também O Jacaré do luso-suíço Basil da Cunha. A jornalista Margarida Vaz ouviu o realizador que escolheu viver às portas de Lisboa, apesar de nascido na Suíça. O Festival de Cinema de Locarno na Suíça prolonga-se até ao dia 15.