É positivo que continue mais um ano, o programa Regressar. É a opinião da bastonária da Ordem dos Contabilistas sobre a inscrição deste prolongamento na proposta de Orçamento do Estado do governo para o próximo ano. Em declarações esta manhã ao jornalista António Jorge no programa da RTP Antena 1 “Consulta Pública”, nesta rádio, Paula Franco afirma que esta medida pode captar mais talento para Portugal, uma vez que é um incentivo ao regresso de emigrantes.
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Mulheres Portuguesas no Quebeque – Caminhos da Liberdade: são mais 45 histórias de mulheres portuguesas e lusodescendentes, que cabem no segundo volume de um livro, apresentado ontem, ao final da tarde, em Lisboa. As autoras são Aida Baptista e Joaquina Pires, que viveu no Canadá mais de 60 anos.
Nascida em Soajo, Arcos de Valdevez, Joaquina Pires foi aos dez anos para o Quebec. Hoje em dia vive entre Portugal e o Canadá. Conta como nasceu o projecto que já deu origem a dois livros. Não tem dúvidas de que a emancipação das mulheres portuguesas no Quebec é notória a partir do momento em que começaram a trabalhar e a ganhar o seu salário.
O segundo volume das “Mulheres Portuguesas no Quebec” dá voz a 45 testemunhos, juntam-se a outros 40 que fazem o primeiro volume adianta à jornalista Paula Machado, a outra autora do livro, Aida Baptista. O subtítulo «Caminhos da Liberdade» foi escolhido porque foi na emigração que elas, as mulheres, se emanciparam considera Aida Baptista.
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A Polícia Judiciária extraditou ontem para o Reino Unido um português suspeito de homicídio. Terá alegadamente participado há seis anos num confronto de gangues em Manchester, que resultou na morte de uma pessoa. Em comunicado, a Judiciária diz que o homem entregue às autoridades judiciárias britânicastem 23 anos e foi detido em março por crimes de homicídio qualificado e ofensas à integridade física, ocorridos em Manchester em novembro de 2020. O homem é suspeito de pertencer a um grupo organizado que participou num confronto violento entre gangues rivais, tendo regressado a Portugal logo após os crimes.
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Viajou à volta de mil e 500 quilómetros por amor a Portugal e ao hóquei em patins. Um português emigrado no Brasil, no Rio de Janeiro, está em Assunção no Paraguai, onde acompanha a selecção portuguesa de hóquei em patins, que joga na fase de grupos para o Mundial. Carlos Alberto, 68 anos, natural de Lisboa, radicado no Brasil há 50, conta como se emociona quando ouve o hino de Portugal. Conversa com o enviado especial da rádio pública.