Nasce a Portuguese Association of New Zealand

Nasce a Portuguese Association of New Zealand

Associação Portuguesa criada na Nova Zelândia, país onde vivem cerca de mil e 700 portugueses. Peregrinação de agosto em Fátima levou muito emigrantes ao santuário.

Nasce a Portuguese Association of New Zealand

Nasce a Portuguese Association of New Zealand

Associação Portuguesa criada na Nova Zelândia, país onde vivem cerca de mil e 700 portugueses. Peregrinação de agosto em Fátima levou muito emigrantes ao santuário.

Formalizada há 15 dias, a Associação Portuguesa na Nova Zelândia, quer juntar os portugueses que estão dispersos por várias cidades, embora grande parte viva em Auckland. A experiência de juntar a comunidade começou com a organização de uma festa no Dia de Portugal, a 10 de junho. Depois de amanhã, há nova reunião para decidir quem faz o quê na associação. O grande objectivo é organizar eventos que juntem os portugueses.

Davide Teixeira, já eleito presidente da Associação Portuguesa na Nova Zelândia, tem andado a recolher informação. São à volta de mil e 700 os portugueses no país, a maioria vive na ilha norte e metade já nasceu no país dos kiwis, nome popular do povo neozelandês. Não há café nem restaurante portugueses, mas há uma rulote ou foodtruck que vende por ex bifanas e também já há pastéis de nata na Nova Zelândia.

Nascido na Fuzeta no Algarve, Davide Teixeira mudou-se para a Noruega em 1989, também viveu na Bélgica e em Inglaterra, está na Nova Zelândia há 16 anos . É gestor e também cônsul honorário de Portugal, além de presidente da recém formada Associação Portuguesa na Nova Zelândia, que teve de ficar com o nome em inglês.

A Igreja tem de ser uma casa para todos: a mensagem é do representante diplomático do Vaticano em Portugal. O núncio apostólico presidiu à peregrinação católica de agosto em Fátima onde, como já se tornou tradição, o recinto se encheu também de emigrantes.

Já ontem, Andrés Carrascosa tinha defendido que ninguém tem o direito de rejeitar os estrangeiros. O representante diplomático da Santa Sé considera que os cristãos não têm direito de serem xenófobos e que o povo português também não, por causa do próprio historial de emigração.