No coração da vila de Mourão ergue-se o Monumento ao Emigrante.
Uma homenagem da Câmara Municipal de Mourão a todos os mouranenses que um dia deixaram a terra que os viu nascer em busca de uma vida melhor.
A inauguração, no sábado, do Monumento ao Emigrante em Mourão contou com a presença de emigrantes e do Secretário de Estado das Comunidades Portugueses.
Na radio publica internacional, o Presidente da Câmara de Mourão, João Fortes, descreve o monumento que se ergue o Largo das Portas de São Bento.
A inauguração do Monumento aos Mouranenses no Mundo foi um dos pontos altos da Festa do Emigrante de Mourão…
Durante a cerimónia, Emídio Sousa, Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, considerou que aquele monumento pretende “reconhecer o percurso, o esforço e a ligação à terra de todos aqueles que partiram em busca de melhores condições de vida”.
A grande concentração da diáspora de Mourão está sobretudo na Suíça, França em Inglaterra.
Atualmente as partidas começam a dar lugar aos regressos e todos são bem vindos sublinha João Fortes para destacar alguns sectores de atividade em crescimento no concelho alentejano.
Festa do Emigrante de Mourão, o Presidente da Câmara João Fortes explica que mais que um ponto de encontro para festejar as raizes foi também um abrir de portas para o futuro para destacar que a iniciativa nasceu de uma conversa com um emigrante…
Mourão. O concelho alentejano foi no sábado palco da Festa do Emigrante e agora no coração da vila um monumento lembra todos os que partiram mas ao mesmo tempo é uma bandeira para o caminho do regresso à terra mãe.
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Na Venezuela, chegou ao fim a visita do Bispo do Funchal ao país… que desde o final de junho vive dias de luto e de tragedia na sequência dos terramotos..
Para a comunidade portuguesa a deslocação de Nuno Brás foi um sinal de esperança, explica Leonel Moniz, conselheiro das comunidades portuguesas
Têm sido momentos difíceis após o duplo sismo na Venezuela, mas há esperança em recuperar e ficar no país, considera Leonel Moniz para acrescentar que ajuda humanitária ainda continua a chegar à população. O conselheiro leonel Moniz destaca, ainda, o apoio das autoridades portuguesas à comunidade.
O Bispo Nuno Brás disse à Agência Lusa que ficou muito impressionado com a realidade que encontrou e defendeu muita proximidade às vítimas dos terramotos.
Os sismos registados na Venezuela a 24 de junho causaram pelo menos 6301 mortos.
Entre as vitimas mortais, há pelo menos 138 portugueses e lusodescendentes.
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E passada a emergência do terremoto a população venezuelana tem agora outras necessidades.
A missão da AMI – Assistência Médica Internacional depara-se agora com a necessidade de apoio psicológico à população
Explica, na RTP Antena 1 Madeira, Daniel Rocha, coordenador da missão da AMI na Venezuela.
Uma equipa de psicólogos está a dar apoio há cerca de um mês ás vitimas dos terramotos.
Mas o coordenador da missão da AMI alerta para outro problema: o da alimentação.
Uma população que ficou sem nada tem agora de encontrar soluções para se alimentar, diz Daniel Rocha para alertar que a recuperação das infraestruturas será outro problema a médio prazo.