Voto postal é sistema arcaico e injusto

Voto postal é sistema arcaico e injusto

A análise é de Emmanuelle Afonso, fundadora do Observatório dos Luso-descendentes

Voto postal é sistema arcaico e injusto

Voto postal é sistema arcaico e injusto

A análise é de Emmanuelle Afonso, fundadora do Observatório dos Luso-descendentes

É um sistema arcaico, não funciona bem, o voto por correspondência para os portugueses no estrangeiro,  nas eleições legislativas – a análise é de Emmanuelle Afonso. Fundadora do Observatório dos Luso-descendentes. Nascida em França, a viver em Lisboa, acha que a forma de voto para os portugueses no estrangeiro é injusta e confusa. Foi batido o recorde de votação – chegaram a Lisboa mais de 330 mil boletins, mas foram anulados mais de 120 mil. Uma dor de coração para Emmanuelle Afonso, conta em entrevista à RDP Internacional. Participou na contagem dos votos a semana passada e ficou pasmada com a desorganização – acha que este método não funciona e defende o voto digital.
Notas positivas de Emanuelle Afonso – desta vez foram aceites como documento de identificação tanto o cartão de cidadão, como o passaporte ou a carta de condução – documentos portugueses. Também a digitalização dos cadernos eleitorais.