"Uma celebração da força e da vulnerabilidade, um grito de liberdade para quem ousa ser diferente”.
ESTREIA Projeto da dupla dupla luso-britânica Nuno Bracourt e Rob Williamson, o tema explora a ironia e a intensidade de quem procura ser visto. É mais uma estreia do Posto de Escuta!
Estreia na rádio de um tema que fala sobretudo da inevitabilidade de termos de olhar para nós próprios, em algum momento. E da necessidade de aprender a gostar da vida e de nós sem depender de alguém.
Em primeira mão e em rigorosa estreia do "Posto de Escuta", um tema que celebra o amor que nos acompanha para todo o lado, em avanço a um novo EP a sair em Maio.
Entre quatro paredes, orbitam memórias, desejos e emoções que regressam com a intensidade da adolescência.
Sobre aquele momento em que se está a meio de fazer qualquer coisa e, de repente, surge uma memória e nos perguntamos se reconheceríamos alguém que já foi tudo para nós.
"Aborda temas como autoestima, limites emocionais e o desgaste de amar alguém que nunca nos escolhe verdadeiramente".
Transporta-nos para o imaginário de uma grande festa, onde somos convidados para um momento de partilha e comunhão através da dança.
Sobre aceitar o vazio, aprender a habitá-lo e seguir em frente.
Uma abordagem irónica do quotidiano familiar, lembrando que educar também é saber brincar e manter viva a criança interior.
"É uma canção sobre apaixonar-se. Apaixonar-se quando nem sequer se tinha a certeza de que seria possível. Apaixonar-se mesmo quando se está em lados opostos do mundo".
Uma abordagem contemporânea a um clássico da música popular portuguesa da autoria de Toy.
A luta insistente por uma relação que não dá sinais de que pode resultar.
Sobre alguém que, na espuma dos dias, se sente invisível.
A lembrança é um sentimento sempre presente na estreia a solo deste membro de A Mansão.
É um manifesto sem receio do futuro, enaltecendo o o lema "viver o presente e arriscar".
Avanço para o álbum a editar no final do ano, fala de um amor que não é possível de viver, porque é ilícito.
"Fala da indiferença e do silêncio, não com dureza, mas com a urgência de quem tenta despertar alguém antes que seja tarde".
"Enaltece a dependência, cada vez maior, do ecrã e da forma como este está a distorcer a nossa visão de ver e estar no mundo".
Uma canção escrita para a sua irmã que celebra o amor e a nostalgia do futuro.