A ideia de “vender a alma ao diabo” surge como metáfora recorrente, sublinhando o preço de ceder ao impulso.
Reflete sobre figuras e comportamentos recorrentes do quotidiano.
Antecipa o próximo álbum, “whaTAFunk”, e reforça a identidade de um projeto que desde a sua origem se afirmou como um coletivo de funk.