DECO repudia decisão de baixar taxas de juro nos depósitos

DECO repudia decisão de baixar taxas de juro nos depósitos

Deco reforça necessidade de intervenção regulatória por mais justiça

DECO repudia decisão de baixar taxas de juro nos depósitos

DECO repudia decisão de baixar taxas de juro nos depósitos

Deco reforça necessidade de intervenção regulatória por mais justiça

A DECO constata que os principais bancos em Portugal estão a baixar as taxas de remuneração dos depósitos a prazo, antecipando eventuais cortes das taxas de juro do BCE.

Esta rapidez nas descidas contrasta significativamente com a demora que os mesmos bancos demonstraram em aplicar as subidas dos juros, refletindo as medidas do Banco Central Europeu (BCE), prejudicando os interesses dos depositantes.

Com efeito, este movimento reforça a apreciação de que o setor tem muito pouca atenção na proporcionalidade e justeza, sempre em prejuízo dos clientes, especialmente dos particulares.

Ao retardar a subida, sob justificações pouco convincentes e alinhadas, agravando as taxas de juro dos créditos imediatamente, os principais bancos assimilaram os ganhos resultantes da política monetária do BCE. Com os recentes sinais de que o BCE poderá reduzir as taxas de juro, e embora ainda não o tenha feito, as descidas são imediatas, retirando a remuneração das novas aplicações e desincentivando a poupança.

A DECO repudia esta atuação dos principais bancos, reforçando que poderá ser necessária uma intervenção regulatória para se introduzir mecanismos que tragam mais justeza e proporcionalidade na transmissão da política monetária do BCE à economia real do nosso país.

Em caso de dúvida sobre os seus direitos, contacte a DECO.

Os Meus Direitos é uma rubrica semanal da jornalista Isabel Flora com a colaboração de Graça Cabral da Deco.

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