Entre quatro paredes, orbitam memórias, desejos e emoções que regressam com a intensidade da adolescência.
Sobre aquele momento em que se está a meio de fazer qualquer coisa e, de repente, surge uma memória e nos perguntamos se reconheceríamos alguém que já foi tudo para nós.
"Aborda temas como autoestima, limites emocionais e o desgaste de amar alguém que nunca nos escolhe verdadeiramente".
Transporta-nos para o imaginário de uma grande festa, onde somos convidados para um momento de partilha e comunhão através da dança.
Sobre aceitar o vazio, aprender a habitá-lo e seguir em frente.
Uma abordagem irónica do quotidiano familiar, lembrando que educar também é saber brincar e manter viva a criança interior.
"É uma canção sobre apaixonar-se. Apaixonar-se quando nem sequer se tinha a certeza de que seria possível. Apaixonar-se mesmo quando se está em lados opostos do mundo".
Uma abordagem contemporânea a um clássico da música popular portuguesa da autoria de Toy.
A luta insistente por uma relação que não dá sinais de que pode resultar.
Sobre alguém que, na espuma dos dias, se sente invisível.
A lembrança é um sentimento sempre presente na estreia a solo deste membro de A Mansão.
É um manifesto sem receio do futuro, enaltecendo o o lema "viver o presente e arriscar".
Avanço para o álbum a editar no final do ano, fala de um amor que não é possível de viver, porque é ilícito.
Inspirado pelo final de uma relação e o avistar de alguém na rua fisicamente parecida com a ex.
"Fala da indiferença e do silêncio, não com dureza, mas com a urgência de quem tenta despertar alguém antes que seja tarde".
"Enaltece a dependência, cada vez maior, do ecrã e da forma como este está a distorcer a nossa visão de ver e estar no mundo".
Uma canção escrita para a sua irmã que celebra o amor e a nostalgia do futuro.
De “Saudade”, uma viagem entre a eletrónica e a a música portuguesa.
Simboliza “a possibilidade de renascer com todos os embates e lições" e conta com um coro vocal composto pelos Alunos de Música da Universidade Sénior de Moreira de Cónegos.
É uma homenagem à avó da artista que é , segundo ela, "o grande amor da minha vida e a luz que nunca deixou de brilhar no meu peito".