França: autarcas portugueses querem soluções para travar tumultos

França: autarcas portugueses querem soluções para travar tumultos

A Associação Cívica diz que é necessário identificar os causados dos distúrbios e que as autarquias não têm verbas suficientes para cobrir os estragos.

França: autarcas portugueses querem soluções para travar tumultos

França: autarcas portugueses querem soluções para travar tumultos

A Associação Cívica diz que é necessário identificar os causados dos distúrbios e que as autarquias não têm verbas suficientes para cobrir os estragos.

Em França, o recolher obrigatório decretado em várias zonas do país é para manter.

Anúncio feito hoje pelo Primeiro Ministro.

Sébastien Lecornu afirma que os recolheres obrigatórios contribuíram para a “calma” durante a última noite e assegura que a medida será novamente aplicada nas próximas horas, onde a situação o exigir.

O gabinete do primeiro Ministro Francês anunciou ontem a imposição de recolheres obrigatórios nocturnos em várias cidades do país, e em zonas específicas de Paris, Nice e Lille.

A ideia é evitar a repetição dos distúrbios que se registou no passado fim-de-semana.

O Presidente da Cívica – Associação dos Autarcas Franceses de Origem Portuguesa em França, Paulo Marques, defende soluções rápidas para o que considera “violência nunca vista”.

Em dia de reuniões do Governo e das autarquias..

Num país de 70 milhões de habitantes foram identificados 30 mil por actos violentos diz Paulo Marques para defender que é essencial saber quem são os causadores dos distúrbios.

A cada ano que passa, Governo e autarcas estão mais distantes lamenta o Presidente da Cívica. Os autarcas em França têm cada vez mais responsabilidades e menos verbas.

O Governo tenta conter a violência com recolher obrigatório. A situação não está resolvida diz Paulo Marques mas a vida continua.

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No Brasil, o sistema de saúde público tem sido um dos temas na agenda dos candidatos presidenciais: Lula da Silva e Flávio Bolsonaro.

No frente a frente na noite de domingo… Lula da Silva voltou a defender o sistema de saúde publico e a acusar Flávio Bolsonaro de querer privatizar a saúde, o que o candidato de direita desmente.

Em São Paulo, o enviado da rádio publica portuguesa às presidenciais brasileiras, Nuno Amaral, falou com José Pedro Baptista Gonçalves, filho de pais madeirenses, médico que teme pelo futuro… pela privatização dos serviços de saúde…se Lula não ganhar…

O próximo e último debate presidencial entre Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) antes das eleições de domingo está marcado para esta sexta-feira, 23 de outubro.

As sondagens mais recentes para o segundo turno das eleições presidenciais de 2026 indicam um cenário de empate técnico entre os candidatos. Flávio Bolsonaro, do PL – Partido Liberal, aparece numericamente à frente mas dentro do limite das margens de erro em relação ao Lula da Silva, do PT – Partido dos Trabalhadores.

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Associações portuguesas de França e dos Paises Baixos vão desenvolver projectos em conjunto.

A parceria nasceu no Curso Mundial de Dirigentes Associativos das Comunidades que chegou ao fim, no sábado, em Ponta Delgada.

As associações envolvidas são O Sol Português em Bordéus e a Associação Portuguesa de Amesterdão.

Avançou ao “Jornal das Comunidades” Isabel Ferreira Vicente copresidente da associação cultural “Sol Português”, em Bordéus.

Álvaro Faustino, da Associação Portuguesa de Amesterdão é o interlocutor dos projectos associativos em português franco-holandeses.

Na bagagem para os Países Baixos, Álvaro Faustino destaca os conhecimentos adquiridos para partilhar com outras associações.

Álvaro Faustino e Isabel Ferreira Vicente participantes do o X Curso Mundial de Formação de Dirigentes Associativos das Comunidades Portuguesas, que terminou no sabado, em Ponta Delgada, nos Açores.

Na cerimonia de encerramento, foram entregues diplomas aos participantes pelo Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, e pelo Secretário Regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades, Paulo Estêvão

Neste décimo curso, participaram cerca de duas dezenas de dirigentes associativos da África do Sul, Argentina, Brasil, Canadá, Estados Unidos da América, França, Países Baixos e Venezuela.

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Pelo segundo ano consecutivo, o consulado de Portugal em Andorra, com o apoio do Camões, patrocina o Festival Internacional de Guitarra de Andorra.

Na edição deste ano, a nona, Portugal participa no programa com dois concertos. O primeiro é já amanhã, 21 de outubro, no Teatre de les Fontetes, em La Massana, onde o duo DUsul, formado por Eudoro Grade, na guitarra clássica, e Luís Coelho, na guitarra portuguesa, apresenta o concerto “Ecos de Portugal”.

A 20 de novembro, será a vez de Eugénia Correia Pires, autora e cantora portuguesa nascida em Andorra, subir ao palco do UNNIC para um concerto.

De acordo com a nota publicada pelo Consulado Geral de Portugal em Andorra a participação portuguesa no festival pretende promover a língua e a cultura portuguesas através de duas propostas distintas, que vão do repertório clássico aos novos criadores e jovens talentos.