Protestos em França: há empresários portugueses afetados

Protestos em França: há empresários portugueses afetados

Empresário de origem portuguesa em França ficou com uma centena de lojas destruídas.

Protestos em França: há empresários portugueses afetados

Protestos em França: há empresários portugueses afetados

Empresário de origem portuguesa em França ficou com uma centena de lojas destruídas.

Em França, há municípios que ponderam decretar o recolher obrigatório parcial, nas próximas horas. É pelo menos esse o pedido do governo, que já decidiu reforçar o número de polícias nas ruas. O comércio faz as contas aos prejuízos, depois dos protestos de anteontem. Milhares de lojas foram assaltadas e destruídas.

Também há empresários portugueses afetados, como Michel Vieira, um dos maiores empresários de origem portuguesa em França, onde já nasceu, filho de emigrantes. É presidente de um grupo com 150 lojas de eletrodomésticos e artigos para a cozinha. Tem estabelecimentos em Lyon, Toulouse e Nice. Uma centena das suas lojas foram destruídas ou vandalizadas. Michel Vieira defende recolher obrigatório pelo menos para os jovens. Espera que o Estado francês ajuda a pagar os prejuízos e defende o exército nas tuas, até lá, tomará as suas próprias medidas.

O presidente francês prometeu responsabilizar os autores dos distúrbios e garantiu apoio aos comerciantes afetados.

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Os portugueses no estrangeiro têm interesse em participar na vida política em Portugal. A opinião é de Júlio Vilela, embaixador de Portugal na Suíça e autor do livro “Portugal e 50 anos de Democracia – notas sobre o voto emigrante nas eleições para a Assembleia da República e para o Presidente da República». A participação eleitoral reflete o interesse na vida política portuguesa, considera o diplomata.

Júlio Vilela apresenta os números do aumento nos últimos anos da participação eleitoral dos portugueses no estrangeiro. Depois de o recenseamento eleitoral passar a ser automático, aumentou muito o número de portugueses aptos a votar e também a participação eleitoral. Na pesquisa feita pelo embaixador Júlio Vilela, há dados históricos, tabelas e mapas; existem também reflexões e constatações, por exemplo como o voto em mobilidade e o voto antecipado, podem contribui para a participação eleitoral. Já quanto ao voto electrónico à distância ou voto digital, não se mostra favorável.

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O crescimento económico dos EUA tem “sangue açoriano e português”. A declaração foi feita anteontem por José Manuel Bolieiro, presidente do governo regional, dos Açores, que assinalou no fim de semana os 250 anos da independência americana, numa sessão que decorreu em Ponta Delgada.

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A pouco mais de duas semanas das eleições intercalares nos Estados Unidos, milhares de opositores de Donald Trump saíram à rua no sábado, para apelar ao voto nas eleições a 3 de novembro. O movimento “No Kings” (Reis Não) quer transformar o protesto em votos contra o presidente norte-americano. Nova Iorque é uma das cidades mais caras do mundo e o custo de vida tem aumentado muito, em consequência da guerra com o Irão. A correspondente da RTP Cândida Pinto conta que alguns dos portugueses que votam em Nova Iorque esperam que haja uma onda democrata vencedora nas eleições intercalares.