A primeira rede de Casas dos Açores no Mundo nasceu no Brasil

A primeira rede de Casas dos Açores no Mundo nasceu no Brasil

A primeira rede de Casas dos Açores no Mundo nasceu no Brasil

A primeira rede de Casas dos Açores no Mundo nasceu no Brasil

A primeira rede de Casas dos Açores no Mundo nasceu no Brasil.
O protocolo para a criação nacional das Casas dos Açores no Brasil  foi assinado durante o Encontro Açores Brasil que decorreu, no domingo, em Florianopolis.
O documento  assinado  pelo Secretário Regional dos Açores para  os Assuntos Parlamentares e Comunidades, Paulo Estevão e pelos Presidentes das 8 Casas dos Açores do Brasil tem como objectivos, entre outros,  o reforço da promoção e da cooperação  nas diferentes áreas entre os Açores  e as comunidades açorianas e açordescentenes em terras brasileiras.
Paralelamente foi inaugurada a nova sede da casa dos Açores de Santa Catarina, como descreve ao jornal das Comunidades, Paulo Estevão, Secretario Regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades.
Paulo Estevão não tem duvidas: com a criação da rede das Casas dos Açores no Brasil as expectativas estão mais altas e no trabalho que  o Governo dos Açores tem em mãos está a criação de legislação para facilitar, entre outras áreas, negócios , investimentos e na valorização da história comum.
Nos termos do protocolo assinado em Florianópolis, a primeira coordenação ficará a cargo da Casa dos Açores do Rio de Janeiro, fundada em 1952 e a mais antiga das oito entidades que integram a estrutura. O mandato terá a duração de um ano.

A comunidade portuguesa na Venezuela continua a precisar de acompanhamento, lembra a organização venezuelana Dividendo Voluntário para a Comunidade.
O alerta chega dois meses após o duplo terramoto de 24 de junho, e numa altura em que continuam a persistir as dificuldades da comunidade lusa em La Guaira. O duplo sismo causou danos graves em infraestruturas, feridos e vítimas mortais em sete estados da Venezuela. O último balanço das autoridades venezuelanas aponta para mais de 6 mil e 500 mortos. Cerca de 220 mil pessoas precisaram de assistência hospitalar.
Entre as vítimas mortais, há pelo menos 138 portugueses e lusodescendentes.
O Aeroporto Internacional de Caracas vai reabrir aos voos comerciais no dia 1 de setembro.
A infraestrutura esteve encerrada desde o duplo terramoto que atingiu a Venezuela no final de Junho.
A Biblioteca de Lambeth oferece aulas gratuitas de inglês à comunidade portuguesa em Londres. As sessões decorrem aos sábados, até 19 de setembro.
A participação é gratuita e não exige inscrição prévia. Os interessados podem dirigir-se diretamente à biblioteca, situada no número 180 de South Lambeth Road, Londres, SW8 1QP.
Divulgada pelo Lambeth Council, a iniciativa pretende ajudar os residentes de língua portuguesa a desenvolverem os seus conhecimentos de inglês que podem ter um papel importante na integração social e profissional, facilitando o acesso ao emprego, aos serviços de saúde, às instituições públicas e a diferentes formas de apoio disponibilizadas localmente
A iniciativa assume particular relevância em Lambeth, uma zona de Londres historicamente ligada à comunidade portuguesa e onde continuam a residir muitos portugueses, lusodescendentes e cidadãos oriundos de outros países de língua portuguesa.
O romance “Os Inquilinos de Pessoa”, da autoria de Diana Flávia Teixeira, natural de Felgueiras, foi a obra vencedora por unanimidade da 4.ª Edição do Prémio Literário Nacional Dias de Melo.
Com 74 obras a concurso, o prémio, promovido pela Câmara Municipal das Lajes do Pico, nos Açores tem como objectivo homenagear Dias de Melo, o escritor com obras focadas na temática baleieira e emigração.
Dias de Melo foi um dos mais importantes escritores dos Açores,  nascido na freguesia da Calheta, dedicou grande parte da carreira literária a retratar a identidade açoriana, a emigração e o mar.
No Japão, a exposição “Pavilhão de Portugal”  está patente no Museu da Espingarda em Tanegashima.
A mostra apresenta alguns conteudos que incluiram o Pavilhão de Portugal em Osaka e que depois estiveram expostos na Embaixada de Portugal  em Tóquio. A acompanhar a exposição está a mascote UMI- um cavalo-marinho, cujo  nome significa “oceano” em japonês e que simboliza quase 500 anos de amizade e ligação marítima entre Portugal e o Japão. A exposição com entrada gratuita pode ser visitada até ao dia 16 de Setembro na ilha de Tanegashima.