Crianças na Venezuela podem não conseguir voltar à escola para já

Crianças na Venezuela podem não conseguir voltar à escola para já

Consequência do duplo sismo do final de junho. Muita gente continua a precisar de ajuda na Venezuela.

Crianças na Venezuela podem não conseguir voltar à escola para já

Crianças na Venezuela podem não conseguir voltar à escola para já

Consequência do duplo sismo do final de junho. Muita gente continua a precisar de ajuda na Venezuela.

Os dias passam mas as necessidades continuam no terreno. A Venezuela foi notícia, o duplo sismo do final de junho, mas dois meses e meio depois, a situação vai caindo no esquecimento. É o que sente, com mágoa, Lucecita Fernandes, presidente da Sociedade de Beneficência de Damas Portuguesas. A organização de apoio social recebe esta quarta feira quase 140 famílias na sede da associação em Caracas, a quem vai entregar roupa comida ou medicamentos. Nesta altura Lucecita Fernandes receia que o novo ano escolar possa estar comprometido, porque há escolas destruídas e professores que perderam a vida nos sismos. A Presidente da Sociedade de Beneficência de Damas Portuguesas revela que a associação vai apoiar crianças com material escolar. As Damas Portuguesas da Sociedade de Beneficência desdobram-se em iniciativas para ajudar quem mais precisa.

O dirigente do PS José Luis Carneiro espera que o governo português não falhe no apoio aos luso-venezuelanos afectados pelo duplo sismo.

Os sindicatos confirmam avanços, mas ainda não chegaram a acordo com o governo nas negociações para o novo estatuto do Ensino de Português no Estrangeiro. Falta nomeadamente acordo para as novas tabelas salariais. A presidente do Instituto Camões prometeu hoje que os salários e as carreiras dos professores vão ser valorizados. Florbela Paraíba falava num evento em Macau, território chinês, onde o português é língua oficial. A dirigente do Camões classificou Macau como “uma plataforma para a projeção do ensino da língua portuguesa na Ásia.

Fim do complemento à habitação, aumento dos vencimentos: uma boa notícia para professores e leitores de português no estrangeiro, consideram os sindicatos, depois de mais uma ronda negocial com o governo, esta manhã, para a revisão do estatuto jurídico do Ensino de Português no Estrangeiro. Na reunião de hoje, o governo também entregou aos sindicatos a proposta de portaria para o recrutamento para os professores, coordenadores e leitores. Sindicato dos Professores no Estrangeiro e Sindicato dos Professores nas Comunidades Lusíadas esperam que as regras sejam simplificadas. Próxima reunião dia 17.