Emigrantes aproveitam oportunidade de ver único eclipse solar

Emigrantes aproveitam oportunidade de ver único eclipse solar

Única oportunidade de ver um eclipse do sol total em mais de 200 anos, melhor no Parque Natural de Montesinho.

Emigrantes aproveitam oportunidade de ver único eclipse solar

Emigrantes aproveitam oportunidade de ver único eclipse solar

Única oportunidade de ver um eclipse do sol total em mais de 200 anos, melhor no Parque Natural de Montesinho.

É no Parque Natural de Montesinho, a norte do continente português, em Trás os Montes que melhor se deverá ver o eclipse do sol, ao final da tarde. A aldeia de Rio de Onor, dividida entre Portugal e Espanha, é um dos locais mais procurados por quem quer assistir ao eclipse. Esta manhã a reportagem da rádio pública encontrou no café da aldeia um português que vive em Londres e que não vai deixar fugir esta oportunidade, única na vida. Helder conta que foi uma feliz coincidência.

O fenómeno só deverá repetir-se daqui a mais de 100 anos. O repórter Afonso de Sousa tem passado o dia em Rio de Onor e também encontrou um português, fotógrafo, que veio de França especialmente para retratar o eclipse. Antes aproveita para uns mergulhos.

O último eclipse total do Sol observado em Portugal aconteceu em 1912 e o próximo será em 2144.

Ora não foi total, mas terá sido importante, o eclipse que Davide Teixeira tem na memória. Foi parcial, mas foi o único a que assistiu, quando ainda vivia no Algarve, apesar de já ter vivido em vários países. Actualmente está no outro lado do mundo, na Nova Zelândia, onde é gestor, cônsul honorário de Portugal e presidente da recém nascida Associação Portuguesa na Nova Zelândia. Natural da Fuzeta no Algarve, Davide lembra-se de um eclipse que os avós o levaram a ver com o auxílio de radiografias. Não havia óculos próprios na altura, pelo menos em todos os lugares. A radiografia que popularmente se usava noutros tempos, é totalmente desaconselhada pela Direcção Geral de Saúde, para observar o eclipse do sol, não protege o suficiente a retina da radiação solar. São apenas recomendados óculos certificados para o eclipse solar.

Do Luxemburgo para Lisboa, a OGBL pede ao governo português que reconsidere a decisão de não permitir que os emigrantes tenham médico de família em Portugal. A Confederação Sindical no Luxemburgo representa 10 a 15 mil portugueses e lusodescendentes, que trabalham em várias áreas, da construção civil, às limpezas, comércio e saúde. á menos de uma semana a OGBL enviou uma carta ao primeiro-ministro português e à ministra da Saúde portuguesa a pedir que reconsiderem a decisão de retirar o acesso a um médico de família em Portugal aos portugueses residentes no estrangeiro. A organização apresenta argumentos que José Luis Teixeira, do departamento do imigrantes da OGBL, apresenta no Jornal das Comunidades. Revela que a OGBL tem recebido queixas, principalmente de reformados. O argumento da Administração Central do Sistema de Saúde em Portugal é que os médicos de família se destinam apenas aos residentes em território nacional. Garante no entanto que as portas do Serviço Nacional de Saúde estão abertas a qualquer emigrante que se encontre em Portugal. Já ouvimos as explicações aqui no Jornal das Comunidades.

Fátima acolhe entre hoje e amanhã a peregrinação de agosto. Numa altura do ano em que muitos portugueses emigrados fora do país aproveitam as férias para visitar o Santuário.

O Grupo de Folclore e Etnográfico da Boa Nova desloca-se à França, para participar num Festival Internacional de Folclore em Landes, a partir de amanhã e até dia 20. Um dos momentos mais significativos desta viagem acontece no dia 15 de agosto, precisamente na data em que o Grupo de Folclore e Etnográfico da Boa Nova assinala o 61.º Aniversário. A celebração desta importante efeméride será feita em plena participação no Festival Internacional, onde além do grupo madeirense, estarão representados grupos de Malta, Gana e França, país anfitrião.