Embaixada na Bélgica cria WhatsApp
A Embaixada de Portugal na Bélgica criou um canal oficial no WhatsApp, destinado à comunidade portuguesa residente no país, para o acesso rápido a informações relevantes. A embaixada já tem página online, no Facebook e no Instagram. Neste novo canal de Comunicação, Será partilhada informação sobre assuntos consulares, eventos culturais e do movimento associativo, eleições e alertas de segurança e contingência, em caso de crise. O WhatsApp é mais uma via direta de comunicação com os portugueses na Bélgica.
Sindicatos desconhecem proposta do governo
O governo diz que está pronta, os sindicatos desconhecem: a proposta de reforma da rede do EPE, Ensino de Português no Estrangeiro. Assenta no novo estatuto jurídico para o ensino de português no estrangeiro, mas por enquanto parece que continua na gaveta. Sindicalistas da FENPROF e do Sindicato dos Professores de Português no Estrangeiro reuniram-se anteontem com os deputados da Comissão parlamentar dos Negócios Estrangeiros. Os sindicalistas manifestaram preocupação sobre a longa espera pela proposta do governo que ainda não conhecem e já estão abertas as inscrições para o próximo ano lectivo. O governo diz que a revisão está concluída e pronta a ser negociada, já o ouvimos da boca do ministro dos Negócios Estrangeiros.
Tetúm para portugueses
Em Timor-Leste, há aulas de tetúm para portugueses. A procura tem aumentado e as razões são tantos pessoais como profissionais, como é o caso de Bruno Pereira, que trabalha como assessor no Governo timorense. O curso de tétum, língua oficial de Timor-Leste, começou há dois meses, na Escola Portuguesa de Díli. São mais de 20 os formandos portugueses. Também Amélia Costa, que trabalha como jurista no governo timorense, considera a língua do país essencial para quem trabalha com a Administração Pública e vive em Timor. A procura tem aumentado, de acordo com a professora Beatriz Sarmento. Diz que não é fácil, apesar de existiram muitas palavras adaptadas do português.
Celebrar a Páscoa à mesa, em Perth
Em Perth, na Austrália, não se encontra o tradicional folar que habitualmente se come na Páscoa, mas há pão de ló ou pastel de nata. Nascida em Paris, criada em Barroselas, perto de Viana do Castelo, Elisabete da Cunha vive vai para 12 anos na Austrália. Antes também já viveu em França, na Grécia, Alemanha. Por isso, Elisabete revela ao Jornal das Comunidades que já se habituou a fazer um pouco de tudo em casa, para dar de comer à saudade. Astrofísica, investigadora e professora universitária na Universidade da Austrália Ocidental conta como encontra produtos portugueses e porque gosta de viver em Perth. Na mesa da Páscoa vai ter borrego assado e arroz doce.