Até 15 de setembro têm de fazer prova de vida, pensionistas da Segurança Social portuguesa residentes na Bélgica, Canadá, Cabo Verde, Luxemburgo, Países Baixos, Reino Unido e Suíça. O lembrete é do Instituto da Segurança Social. Em causa está o pagamento de pensões de velhice, invalidez e sobrevivência, a residentes em países estrangeiros. A obrigatoriedade de fazer prova de vida está a ser implementada por fases. Têm de a fazer os pensionistas com idade igual ou superior a 66 anos e 9 meses.
Se a Prova de Vida não for apresentada até 15 de setembro, o pagamento da pensão será suspenso a partir de novembro. A prova de vida pode ser feita via internet, de forma documental ou presencial. A partir do próximo ano todos os pensionistas da segurança social residentes no estrangeiro deverão fazer a prova de vida todos os anos.
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Quer continuar a ser presidente de câmara no Luxemburgo, diz-se burgomestre. Louis Pinto, natural de Santo Tirso, foi o primeiro cidadão nascido em Portugal eleito burgomestre no Grão-Ducado. Foi há três anos no pequeno município de Lintgen, tem mais três anos pela frente e vontade de continuar. Louis Pinto foi recentemente homenageado na sua terra natal: recebeu a Medalha de Mérito municipal de Santo Tirso, de onde saiu ainda criança. Está há 57 anos no Grão-Ducado, onde cresceu e fez vida. Escolheu a nacionalidade luxemburguesa porque na época não era permitida a dupla nacionalidade. Foi encadernador de profissão, está reformado e há três anos foi eleito burgomestre de Lintgen, tornou-se no primeiro presidente de câmara de origem portuguesa no Grão Ducado. Gosta do que faz, gostava de continuar à frente do pequeno município que tem 4 aldeias, três mil e 500 pessoas, um terço são portugueses. Lintgen é um município perto da cidade do Luxemburgo, onde muita gente escolhe viver por ser perto da capital, Louis Pinto diz que tem os dias muito preenchidos.
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Deviam ser preservadas as memórias da emigração madeirense. É o que defende a professora e investigadora Graça Alves. A autora participou recentemente, no Funchal, num encontro dedicado à Memória e Identidade, Migrações e Diáspora. No evento ouviram-se histórias de quem partiu para outra geografias.
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Na Venezuela, a organização não governamental Foro Penal (FP) denunciou ontem que 40 cidadãos estrangeiros continuam presos por motivos políticos na Venezuela. Exigiu que sejam libertados de imediato. De acordo com informações da agência de notícias Lusa serão três os portugueses e lusodescendentes ainda detidos por razões políticas. Nos últimos meses foram libertados cinco.