Spot Nordic entra na Aliança Europeia de Diplomacia

Spot Nordic entra na Aliança Europeia de Diplomacia

A Associação de Investigadores Portugueses  e Profissionais Graduados nos Países Nórdicos é a primeira organização portuguesa a entrar nesta Aliança.

Spot Nordic entra na Aliança Europeia de Diplomacia

Spot Nordic entra na Aliança Europeia de Diplomacia

A Associação de Investigadores Portugueses  e Profissionais Graduados nos Países Nórdicos é a primeira organização portuguesa a entrar nesta Aliança.

Espera ganhar notoriedade, desenvolver projectos e actividades que venham a ter mais impacto. A Aliança Europeia de Diplomacia Científica junta universidades, organizações de investigação, fundações, instituições públicas e redes internacionais. Tem como grande objectivo a utilização da ciência na definição de políticas públicas. Daniela Murteira, da Associação de Investigadores Portugueses nos Países Nórdicos, espera que a SPOT Nordic cresça ainda mais ao juntar-se a esta Aliança europeia. Natural de Lisboa, está na Dinamarca a fazer um mestrado em Política Internacional e governança.

Acha que a entrada da Spot Nordic na Aliança Europeia de Diplomacia Científica  só pode trazer benefícios, como participar em projectos europeus de investigação. A diplomacia científica pretende a utilização da ciência como ponte entre países para, por exemplo, resolver problemas como as alterações climáticas.

O primeiro ministro da Bermuda esteve nos últimas dias nos Açores numa visita para reforçar as ligações históricas e de cooperação entre os dois arquipélagos, já que há muitos emigrantes açorianos residentes nas Bermuda.

Serão cerca de 15 mil, um quarto da população do território. O chefe do governo da Bermuda reuniu-se com o presidente do governo regional, visitou a universidade dos Açores, o Parque de Ciência e Tecnologia e também o Museu da Emigração Açoriana. Foi uma visita importante para o espaço que traduz, também, o reconhecimento da comunidade açoriana na Bermuda.

«Venezuela, um país em suspenso» é um livro publicado recentemente, pouco antes dos grandes sismos que atingiram a região de La Guaria e de Caracas, a 24 de junho. A autora é Nancy Gomes, nascida na Venezuela, filha de madeirenses. É professora universitária na universidade autónoma em Lisboa.
A investigadora luso-venezuelana conta neste livro a história da Venezuela, desde a colonização. Encontrou uma palavra que funciona como fio condutor da história do país: extração. Luso-venezuelana, investigadora, especialista em assuntos ibero-americanos, Nancy Gomes olha para o futuro da Venezuela com a expectativa de mudança política, mas ainda com grandes icógnitas.
O duplo sismo que abalou a Venezuela em 24 de junho causou a morte a 119 portugueses e lusodescendentes, de acordo com o mais recente balanço avançado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português. O MNE português referiu ainda que continuam desaparecidos 50 cidadãos portugueses.