Açores querem regresso de emigrantes, reformados ou investidores
Fotografia: CM Ponta Delgada

Açores querem regresso de emigrantes, reformados ou investidores

Presidente do governo regional esteve no Canadá na inauguração de réplica das Portas de Ponta Delgada. Afirmou que a região tem os braços abertos para acolher quem queira regressar.

Açores querem regresso de emigrantes, reformados ou investidores

Açores querem regresso de emigrantes, reformados ou investidores

Presidente do governo regional esteve no Canadá na inauguração de réplica das Portas de Ponta Delgada. Afirmou que a região tem os braços abertos para acolher quem queira regressar.

Em Brampton, no Canadá, foi inaugurada no sábado uma réplica das Portas da Cidade de Ponta Delgada. O monumento pretende ser um símbolo permanente da presença portuguesa e açoriana. O monumento está localizado no Azores Park, junto à Igreja de Nossa Senhora de Fátima. Na inauguração estiveram representantes políticos, diplomáticos, religiosos, sindicais e comunitários do Canadá, de Portugal e dos Açores. José Manuel Bolieiro, presidente do governo regional dos Açores esteve na festa e classificou a réplica das portas como uma ponte entre os Açores e a América do norte.

José Manuel Bolieiro elogiou a diáspora açoriana e o sucesso que muitos alcançaram no Canadá. Aproveitou a ocasião para garantir que que os Açores têm os braços abertos para acolher quem queira regressar. Afirma que a região tem condições para receber bem por exemplo emigrantes reformados que retornem mas também quem queira investir na região.

Na Venezuela, a Oikos, Organização Não Governamental portuguesa, deu ontem por concluída a missão de distribuir ajuda humanitária a luso-venezuelanos afetados pelo duplo sismo de 24 de junho. Durante duas semanas, a Oikos distribuiu mais de três mil ‘kits’ com material educativo e de higiene familiar. A distribuição foi feita ao abrigo de um acordo com o Instituto Camões, em parceria com a Sociedade de Beneficência de Damas Portuguesas, a Embaixada de Portugal na Venezuela e a organização católica Fé e Alegria.

Voltamos aos Açores, porque o legado que os homens do mar deixaram na pesca do atum na Califórnia, nos Estados Unidos, foi tema de uma conferência a semana passada no Faial. Os Açores tiveram um papel decisivo na transformação de San Diego em “Capital Mundial do Atum”. A história atravessou o Atlântico e voltou às origens com a homenagem ao legado açoriano na pesca do atum no Pacífico Oriental, durante a Conferência “Entre Dois Oceanos”.

O Conselho das Comunidades Portuguesas considera que a reforma da agência de notícias Lusa deve reforçar a importância da agência para a diáspora. Defende o CCP que têm de ser salvaguardadas a independência editorial, a estabilidade financeira e a missão de serviço público. O Conselho das Comunidades Portuguesas enviou recentemente um parecer à Comissão parlamentar de Cultura e Comunicação. O CCP sublinhou que a missão de serviço público da Lusa deve integrar “a realidade das Comunidades Portuguesas residentes no estrangeiro. Deve também valorizar os órgãos de comunicação social da diáspora. Consideram ainda os conselheiros das comunidades que a Lusa deve ser um instrumento de ligação entre Portugal e as suas comunidades espalhadas pelo mundo. Este parecer tinha sido pedido pela Comissão parlamentar de Cultura e Comunicação, como contributo para o processo legislativo relativo ao futuro modelo institucional da agência Lusa, que tem sido discutido e gerado polémica.