Afonso Dubraz, “Marido e Mulher”

Afonso Dubraz, “Marido e Mulher”

Estreia deste artista, de 25 anos, com um tema de avanço para o primeiro álbum. A história escreveu-a sentado no autocarro 748 da Carris entre Linda-a-Velha e o Marquês de Pombal, de onde se projetou para o futuro e para uma história que um dia irá querer viver.

Afonso Dubraz, “Marido e Mulher”

Afonso Dubraz, “Marido e Mulher”

Estreia deste artista, de 25 anos, com um tema de avanço para o primeiro álbum. A história escreveu-a sentado no autocarro 748 da Carris entre Linda-a-Velha e o Marquês de Pombal, de onde se projetou para o futuro e para uma história que um dia irá querer viver.

Tudo começou com uma paixoneta não correspondida no Secundário. Afonso Dubraz andou um mês a ser deixado para trás porque a sua paixão preferia o rapaz que se passeava pela praia com uma guitarra. Assim, voltou a Lisboa e decidiu recuperar uma velha Alhambra que tinha no sótão para aprender a tocar, de forma autodidata e, assim, vingar-se do outro. Começou por tentar tocar o “Dunas” dos GNR e a falta de jeito era tanta que decidiu cantar por cima e a coisa lá se deu!

Nos anos seguintes, ganhou o “bichinho” da composição e, enquanto se licenciava em Direito e se tornava advogado, foi treinando na guitarra, investiu em aulas de canto e começou a escrever os seus primeiros versos.

Em 2017, com Teixeira no apelido, Afonso, que já teve uma banda, os Wellman, com quem chegou a gravar um álbum, participou no “The Voice Portugal” e a versão que que fez de “Shape of You” do Ed Sheeran já ultrapassou as 3 milhões de visualizações no Youtube.

Afonso Dubraz , de 25 anos, anda a preparar o seu álbum de estreia e apresenta agora a sua primeira composição, “Marido e Mulher”. A história escreveu-a no autocarro 748 da Carris entre Linda-a-Velha e o Marquês de Pombal. Sentado no seu lugar do autocarro, entre buzinadelas e confusão, transportou-se para uma outra realidade, para uma outra história que um dia irá querer viver: estar casado e com filhos, sendo o Marido da sua futura Mulher… e, no caso, que se meta a colher!!

João Pedro Bandeira