Duo formado pelos irmãos Cameira: André (flautista profissional e professor do ensino artístico) e Filipe (arquiteto e guitarrista).
Escrito em colaboração com Rita Onofre, o tema apresenta uma reflexão sobre relações intensas e ambíguas.
O tema "fala da inevitabilidade da vida, dos altos e baixos, alegrias e tristezas".
Centra-se na dúvida e na espera, refletindo sobre a fragilidade da comunicação
Com raízes no neo-soul, no R&B alternativo e no jazz contemporâneo, a faixa explora a saudade como motor de crescimento pessoal.
Uma canção que esteve muito tempo a ser produzida e que conta com a colaboração de uma cantora de Baltimore.
Sobre uma relação emocional complexa, na qual, poder, dependência e vulnerabilidade coexistem.
Aborda um amor firme, inevitável e resistente ao tempo.
Novo single de Suzana Francês, que combina o seu violino, com voz e loopstation.
Inspira-se na canção tradicional de Idanha-a-Nova que lhe dá nome e que integra o repertório das Adufeiras do Castelo.
Do EP "Licença", nascido no período parental e escrito em apenas quatro dias.
Cruza desejo, ritmo e expansão com uma sonoridade de pop cósmico.
Um tema cantado em português por esta luso-galega que combina humor e crítica social para falar de precariedade, classe e sobrevivência.
Sobre alguém que, entre insegurança e desejo, insiste numa ligação emocional e física com outra pessoa, mesmo sabendo que pode não ser totalmente genuína.
A ideia de “vender a alma ao diabo” surge como metáfora recorrente, sublinhando o preço de ceder ao impulso.
A incerteza e a intensidade das ligações que vivem no equilíbrio entre o que pode funcionar e o que está prestes a ruir.
Parte de uma relação de amizade que se tornou abusiva.
Fala sobre manter a identidade própria num meio onde toda a gente parece achar que sabe o que é “certo”, quando na verdade, na música, não há certo nem errado.
Propõe uma reflexão sobre culpa, responsabilidade e consciência.
Uma mensagem de apoio incondicional e presença nos momentos mais difíceis.